sábado, 27 de novembro de 2010

Viva a sensibilidade feminina!!

Muito se fala na sensibilidade feminina. Mas o fato é que, com base em mitos já consagrados como "homem sempre mente", "homem sempre exagera", "homem sempre inventa desculpa" a tal sensibilidade feminina se torna de uma crueldade atroz. A convivência com a mulher, seja no casamento ou em "um rolo sob o mesmo teto" faz aflorar toda essa sutileza da fêmea de nossa espécie e geram situações que seriam hilárias se não fossem trágicas.

  • Homem é bicho muito frouxo! Qualquer cancerzinho em metástase já fica: aí, tô morrendo...
  • Bate na porta do banheiro: Você é engraçado, tempo para fazer as coisas que eu peço não tem, mas para fazer xixi, beber água... isso tem né. É por que é coisa do seu interesse.
  • Reclama que foi sequestrado? E eu? Que fiquei aqui, trancada. Pelo menos, você saiu, viu gente diferente.
  • (20 minutos na frente do computar pela manhã) - Você é engraçado. Ficou a manhã inteeeeira no computador diz que não deu para fazer nada?!
  • (se interessa que seja mais tarde) - Vamos! Já são 11 horas (são 10:15)
  • (Se interessa que seja cedo) - Espera aí ainda nem são 11 horas (são 10:59)
  • Estava com vontade de comer uma coisa gostosa, mas não sei o quê...
  • Fulana não gosta de mim. Um dia eu perguntei as horas e ela disse: - 15 para as 3... sabe? De um jeito assim... Sabe? como quem diz: odeio você, perua sem relógio... Acho que é inveja.
  • (Falando a mesma coisa pela décima vez) - se falando dez vezes, você ainda esquece, imagina se eu falo só uma vez... então....
  • (na loja de informática) - Vamos embora, amor? (10 min)
  • (na loja de sapato) - só vou dar uma olhadinha (2 h e 30 min)

O segredo para sobreviver a essa sensibilidade? Programa o cérebro para não se importar como que ouve. Sabe com é ouvir sem registrar? Só ficar vendo aquela linda boquinha reclamando e aquelas mão com unhas pintadas gesticulando... Ao final, sorria e diga: eu te amo também.
Se funciona com ela? Não sei. Mas comigo funciona maravilhas. É como se disséssemos: apesar de todas essas chatices eu não sei viver sem você! E assim chega-se às bodas de ouro.


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