quinta-feira, 15 de abril de 2010

X-quistão - Crie seu próprio reduto de terroristas com nome que começam com "Al"

Os terroristas estão por todas as partes. Vindo de países com nomes no tipo “X+quistão” e cujo mais conhecido é Cazaquistão, o Uzbequistão, o Paquistão. Entretanto, há países que se somam a este grupo e que, apesar da sua pequena representatividade também contribuem com o staff de terroristas que pretende destruir a legião de cães infiéis que representam a sociedade judaico-cristã ocidental.
O mais solitário dos países é o Sozimquistão, com seu povo pacato mas pouco acolhedor, apresenta uma população que não gosta de conversa. Os Sozimquistaneses não batem papo e tem o hábito de abrir o jornal no metrô só para não ter que conversar com o vizinho. Seus terroristas nunca agem em bando, não pertencem a nenhuma rede e se souber que outro concorda com ele, ele discorda.
Não longe do Sozimquistão há os Sujimquistão, uma dissidência dos anteriores que se separou porque não queriam ser obrigados a hábitos como banho, escovar os dentes, usar desodorante e outros costumes judaico-cristãos ocidentais. Sua tática de terrorismo é a milenar arte do FU-TUM. Entram num elevador lotado depois de correr 5 Km e ficar bem suado.  
Os terroristas mais conhecidos são aqueles com os nomes com al. Nestes países alguns deles se destacaram e fizeram história na luta contra a sociedade judaico-cristã ocidental. O Al Coolatra, conhecido por seu bafo e por sua mania de segurar no ombro dos amigos e falar quase chorando que gostava daquele cara para caramba (te considero pra caramba, você é um irmão pra mim..). Depois de muitos anos na ativa, morreu de cirose. Al faiate, perigoso terrorista que fabricava os famosos ternos-bomba. Roupas vendidas a lideres ocidentais que depois da primeira lavada, encolhiam subitamente e esmagavam os cães infiéis. 
Há ainda o famoso Al manaque e o Al moxarifado, que tinha mania de guardar as coisas e quando você pedia algo ele dizia; tem requisição, tem requisição? O resto é por sua conta já que os trocadilhos não acabam aqui.

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