sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Parece problema de matemática, mas não é.. de matemática! É social.

Um banco atende 100 pessoas por dia. O tempo médio de atendimento são preciosos 40 minutos. Em respeito ao cidadão , instituem o sistema de atendimento preferencial para gestantes, idosos (maiores de 60 anos) e portadores de deficiência que representam 10% de sua clientela. Os outros 90% dos clientes e não-clientes continuarão mofando nas filas.

Será que alguém mais além de mim, notou que o problema não é o cliente, mas o serviço oferecido pelo banco que é lastimável?

Em tempo:
Por favor, não sou contra atendimento preferencial de nenhuma natureza! O que não entendo muito bem é por que razão o direito à dignidade não deveria ser extensivo àqueles que não têm nenhuma deficiência, que não estão "grávidos" ou mesmo que, com 37 anos, como eu, precisam ainda de esperar 23 para serem respeitados.

Em um sistema eficiente, não seria necessário nenhum sistema de preferencialidade e ceder a vez a pessoas em alguma situações especiais deveria ser uma questão de bom senso, não de lei.
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