terça-feira, 4 de novembro de 2008

Ainda bem que hoje é terça-feira...

Nunca gostei de domingo e já até escrevi um post sobre isso. Nada mais deprimente do que aquela musiquinha do fantástico e do Tadeu Schmidt apresentando o bola murcha e o bola cheia... Aquilo é o sinal de que os últimos suspiros de seu final de semana já chegaram.
Mas pensei que minha implicância com esse dia acabaria ali.
Não acabou.
Todo domingo, o Dr. Drauzio Varella vem para a telinha para me lembrar que eu nasci, cresci, estou perdendo a elasticidade da pele, meu metabolismo é menos eficiente, minha visão perde acuidade com o passar do tempo, meus neurônios estão morrendo, meus cabelos estão caindo e outras coisas vão cair também. Enfim, estou caminhando para realizar o sonho da cova própria. Tudo isso com imagens fantásticas de um documentário da BBC e que me deixa com uma baita orgulho:
- Olha lá, igual a mim.. tô morrendo assim ó... Igualzinho.

***
- Dr. Drauzio! Na boa, eu sei que estou ficando velho... pára com isso, por favor.

***
Quer saber o cúmulo do sadismo?
A série acabou domingo passado (2/11) e eu já tô com saudade. Muito legal, né?

23 comentários:

Marcio Sarge disse...

O nome do texto junto com o conteúdo dá a sensação em mim de que as terças o ciclo de vida e morte dá uma pausa, nada cresce e nada morre, só pra no outro dia voltar e ter sua ápice no domingo.

Eu sei, eu sou besta, mas essa idéia que o texto me passou esta fazendo eu rir aqui igual criança. rsrs

Bruno Silva disse...

Sinceramente? Acho tudo muito nojento.
Eu não sou daquele jeito que ele mostrou. Sério! Juro!

Abraços!
http://ladobdocassete.blogspot.com

Tiago disse...

Acho que o objetivo do quadro do doutor é nos levar ao suicídio coletivo, só pode ser. Algo do tipo: escolha, o caminho mais longo ou o caminho mais curto.

Caio Rudá disse...

Hum... vou discordar de você, Marcelo. Apesar de só ter assistido uma vez, achei legal a série.

Muito mais "lúdico" do que aprender por aqueles livros de fisiologia da univerdade, e falo isso porque pego essa matéria.

Acho que a sua implicância é mais com o dr. Dráuzio do que com a propria série...

Marcelo disse...

Não.. mas eu acho legal também Caio.. bem lúdico.. ideal para o leigo como eu. Ah, e eu gosto do Dr. Drauzio também..

Ah.. Mas ficar nos lembrando de que vamos morrer é sacanagem, né não..
rs
rs

Marília disse...

Só posso dizer que ri muito com o post!!
beijos

Flávia Damato disse...

Uma coisa é alguém dizer q a pele começa a ficar flácida etc, etc, etc a partir dos 30 anos e eu ter 18; outra, é escutar a mesma coisa aos 35. Sacanagem! rs
"Jisuisi"! rs

Depois alguém vem c/ aquele papinho d "melhor idade"... rsrs

P.S.: Ainda bem, mesmo, q hoje é terça, pq prefiro assistir ao Dr. Drauzio Careca, p/ "viajar" na versão cômica das transformações do corpo humano, e tentar esquecer essa realidade perversa q me aguarda. E q ela canse d esperar! rsrs

Rir faz bem, dizem... rs
Tomara!

Bjs!!!

Marcus "OROCHI" disse...

É, tenebrosa a situação dos domingos mesmo... ainda bem que geralmente neste horário eu ñ to em casa! XD

Agora, fato: José Serra + Tio Chico (Família Adams)= Drauzio Varella!

MissCrazyLove disse...

kkk que pena que me deu de vc amigo!
rsrs
experimentar ler um livro ^^
( amei o teu texto )

GaB. disse...

Ai isso pra mim é o pior do Domingo.
É mega deprimente saber que eu to morrendo aos pouquinhos..e como meu corpo vai acabar quando eu morrer! =/
Gostei do post!
(:

Leo Pinheiro disse...

A musiquinha do Fantástico é uma marcha fúnebre clássica. Tenho um tio que reclama dela desde a década de 70! (puta tio xarope, por sinal)

Anônimo disse...

Também detesto domingo! Mas posso te dar um conselho? Desista de assistir o Fantástico, isso pode melhorar sensivelmente a sua qualidade de vida...

Danilo Cruz disse...

Eu gosto de ver os programas do Dr. Drauzio Varella, mas domingo é ruim, mesmo.

Euzer Lopes disse...

E quando mostrou que depois dos quarenta a gente ultrapassa o que seria "a metade" do nosso tempo na face da Terra?
Pois é, eu fiquei pensando nisso nesse domingo: daqui a 2 meses e meio eu farei 40.
Ou seja, já subi o morro. Agora o caminho a seguir é a DESCIDA.

Dalmir Júnior disse...

asuhuhsauhauhsuh! boa, boa...

mais deprimente ainda é aquela musiquinha de encerramento do FAUSTÃO!

é a trombeta do anúncio do fim-dos-tempos de relax daquele dia!

stella barbosa :* disse...

concordo, eu também odeio domingos :/
beijos :*

All3X disse...

Drauzio Varella pode ser muito e não tenho que ficar reclamando aqui de sua competência, mas eu já estou cansado de vê-lo sempre no mesmo modelo de apresentação, troca essa que me enche já...

E, particularmente, gosto do domingo, o problema é a segunda...rs
Valeu,
All3X

Veiga disse...

HAshuAHSuHAUShuAS

boa.

ninguem merece domingo... pelo menos eu moro perto de estadios de futebol.

é cara... td cai. mas por enquanto nao...

^^

www.trocistas.com

DuDu Magalhães disse...

Eu também não curto fantástico, mas ficamos tão restrito aos domingos, pelo menos na TV aberta. Gosto dos filmes que passam após o fantástico, é tipo sesão da tarde, tem um papel 'social' muito importante: Nos fazem relembrar os velhos tempos. Afinal, são os mesmos filmes que passam no tempo que eramos jovens... xD~~

Laila disse...

Domingo quando cheguei na sala de TV estava mostrando aquela cena dos dois esqueletos dançando.
Eu quase gritei.

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkk Morri de rir... engraçado que sinto a mesma coisa! quando eu assisto o Dr. Drauzio além de já estar com uma baita falta de ânimo(pq é domingo e domingo brocha)ele me alerta que tenho menos um domingo de vida..hauahauhau eu fico p.. da vida!hehehe acabou-se meu domingo e está acabando minha vida junto! Dramático??um pouco! mais ele falando..putz!muito bom o post!

Homenzinho de Barba Mal feita disse...

Eu vi a ultima reportagem da série. Nesse reportagem mostrava como morremos, é muio Down...
Mas é interessante....

LETÍCIA CASTRO disse...

O documentário é legal pra amenizar a dor do fim se aproximando. hehehe Chega a ser bizarro, né? Mas a BBC manda bem em documentários, eu a acho quase imbatível, salvo algumas exceções.
Beijo de novo!